Fundador da Tribo dos Tubarões

A minha história.

Sou a terceira geração de uma família de empreendedores. Cresci a conhecer as dificuldades de quem tem um negócio, passei dezassete anos na indústria e enfrentei os meus próprios fracassos empresariais. Mas nunca abandonei a ambição de construir o meu caminho.

Quando percebi que ser bom a executar não chegava, fui procurar o conhecimento que me faltava. A necessidade de aplicar sistemas de gestão ao meu negócio levou-me a aprofundar os fundamentos da gestão empresarial e a passar dos biscates ocasionais para uma atividade a tempo inteiro. Hoje, trabalho em marketing de performance, com foco na geração de leads, e quero usar essa experiência para ajudar outros empresários a chegar ao topo dos seus nichos.

Sou a terceira geração de empreendedores. E conheço um lado do empreendedorismo que poucos mostram

O empreendedorismo não entrou na minha vida através de um livro, de um curso ou de um vídeo na internet.

Cresci a observar o meu avô e o meu pai à frente dos seus negócios. Vi os erros que cometeram e acompanhei de perto as dificuldades que enfrentaram.

Foram esses erros e dificuldades que levaram o meu pai a internacionalizar o negócio para Angola. Foi lá que acabou por perder a vida, em circunstâncias às quais, ainda hoje, não consigo encontrar sentido.

Conheço um lado do empreendedorismo que raramente aparece nas histórias de sucesso.

Mas há uma coisa que nunca esqueci.

O sonho do meu pai era ser empresário. Hoje, acredito que estou a viver o sonho dele.

E quero levá-lo mais longe.

Não posso mudar aquilo que aconteceu. Mas posso usar aquilo que vi, aquilo que vivi e aquilo que sei para ajudar outros empresários a construir um caminho diferente.

Dezassete anos de rigor industrial

A minha vida profissional levou-me, entretanto, à Continental, onde passei dezassete anos.

Comecei como assistente de produção e cheguei a técnico de prevenção em segurança industrial e ambiente.

Nos últimos cinco anos, integrei equipas responsáveis por certificações ISO, segurança e ambiente. Assegurava a prontidão dos sistemas de segurança, intervinha na resolução de incidentes e participava em equipas de negócio departamentais.

Foi ali que aprofundei os meus conhecimentos em sistemas de gestão QAS e conheci ferramentas e metodologias de resolução de problemas.

Aprendi a importância de antecipar riscos, construir processos que possam ser replicados, identificar as causas dos problemas e procurar continuamente oportunidades de melhoria.

De um lado, tinha a experiência de uma família de empreendedores. Do outro, dezassete anos de rigor industrial.

Faltava-me colocar tudo aquilo que sabia ao serviço da minha própria ambição.

A segurança de um emprego nunca foi suficiente para me fazer desistir da vida que queria construir

Ter um emprego estável não significava estar realizado.

Dividido entre a segurança e a ambição

Havia a vida que tinha e a vida que queria construir. E, durante muito tempo, vivi dividido entre a segurança de uma e a ambição de conquistar a outra.

Experimentei diferentes negócios. Eventos, escrita e um e-commerce que acabou por falir. Fiz biscates ocasionais enquanto procurava transformar a minha atividade numa fonte de rendimento capaz de me sustentar.

Mas as dificuldades não foram apenas empresariais.

Enfrentei uma depressão, passei pelo processo de deixar a medicação e vivi uma separação, numa relação em que não encontrei o apoio de que precisava para seguir a minha ambição.

Também tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida: despedir-me.

Não vou romantizar estas experiências. Foram difíceis, fizeram parte de um percurso pessoal e não são uma receita que possa recomendar a toda a gente.

Mas, no meio de tudo aquilo que estava a viver, havia uma coisa da qual não queria abdicar.

A possibilidade de construir a minha própria vida, em vez de me resignar àquela que tinha.

Aplicar gestão ao meu negócio

E continuei à procura do meu caminho.

Só que a determinação, por maior que fosse, não resolvia tudo.

Podia trabalhar mais horas, conquistar mais um cliente ou experimentar mais uma ideia. Se continuasse a gerir o meu negócio à base do improviso, estaria a limitar aquilo que podia construir.

Foi aí que percebi que precisava de aplicar à minha atividade os sistemas de gestão que conhecia da indústria.

Essa necessidade levou-me a aprofundar os fundamentos da gestão empresarial e a desenvolver uma visão generalista das diferentes áreas de um negócio.

Estruturei a minha forma de trabalhar, criei processos que consigo replicar sem reinventar a roda a cada projeto e passei a ter ferramentas para avaliar a sustentabilidade da atividade e identificar oportunidades de melhoria.

Foi a aplicação de um sistema de gestão que me permitiu passar dos biscates ocasionais para um negócio a tempo inteiro.

Hoje, trabalho em marketing de performance, com foco na geração de leads.

Não cheguei aqui por encontrar um truque que ninguém conhecia.

Tive de reconhecer aquilo que não sabia, procurar o conhecimento que me faltava e fazer o trabalho necessário para o aplicar ao meu negócio.

E foi esse percurso que reforçou uma das minhas maiores convicções:

Ser empresário é uma profissão. Não basta querer muito. É preciso saber gerir.

Há muito hack, muito achismo e pouca gestão. E eu já vi o preço que isso pode ter

Quando entrei no mercado da prestação de serviços, encontrei uma realidade demasiado familiar.

O preço do desenrasque

Profissionais excelentes naquilo que executam, mas que continuam a gerir os seus negócios à base da arte do desenrasque.

Estratégias importadas de outros mercados sem considerar o enquadramento legal europeu aplicável. Decisões tomadas sem medir o impacto. Negócios sem processos, sem sistemas e sem uma visão clara da sua sustentabilidade.

Uma procura constante pelo próximo vídeo, pela próxima dica ou pela próxima resposta da inteligência artificial, como se uma coleção de atalhos pudesse substituir os fundamentos da gestão.

Eu não acredito nesse caminho.

Vi os erros do meu avô. Acompanhei as dificuldades do meu pai. Enfrentei os meus próprios fracassos e tive de procurar as respostas que me faltavam para construir o meu negócio.

Não posso mudar aquilo que aconteceu.

Mas posso fazer alguma coisa com tudo aquilo que vivi e aprendi.

Quero ajudar outros empresários a ganhar mais dinheiro, a chegar ao topo dos seus nichos e a construir negócios que não dependam da sorte para sobreviver.

Um ambiente onde a ambição é compreendida

Não quero que tenham de passar pelas mesmas dificuldades para perceberem que existe outro caminho.

O caminho da profissionalização do gestor de negócio.

Um caminho onde o empresário desenvolve uma visão generalista, compreende as diferentes áreas do negócio, toma decisões com fundamento e cria sistemas que lhe permitem trabalhar com método e melhorar continuamente.

Onde a competência substitui o achismo e a gestão deixa de ser um conjunto de tarefas feitas quando sobra tempo.

Mas também há outra coisa que quero fazer diferente.

Sei o que significa ter uma ambição que as pessoas à nossa volta nem sempre compreendem. Sei o que é querer construir algo e não encontrar o apoio de que precisamos.

Quero pessoas com fome de vencer, que não tenham vergonha de querer mais e que compreendam que ninguém precisa de se encolher para ocupar apenas o espaço que os outros lhe deixam.

Quero um ambiente onde a ambição é compreendida, mas os princípios nunca ficam para trás.

Este é o meu porquê.

Foi desta vontade de fazer alguma coisa com tudo aquilo que vivi, testemunhei e aprendi que nasceu a Tribo dos Tubarões.

Um projeto para trazer o rigor e os métodos de gestão da indústria para o mundo dos serviços e da infoprodução e proporcionar aos empresários um ambiente onde possam desenvolver os seus negócios.

Não quero apenas ajudar a criar negócios. Quero desenvolver empresários capazes de chegar ao topo e manter-se lá

Não quero ficar a assistir aos outros a conquistar os lugares que também ambiciono.

Quero fazer parte dos 10% que chegam ao topo. Quero construir um negócio que se torne uma referência, ser procurado pelos melhores clientes e conquistar o meu lugar nas mesas onde as grandes decisões são tomadas.

Não quero chegar lá sozinho

Mas não quero chegar lá sozinho.

Quero ver outros prestadores de serviços e infoprodutores a conquistar essa posição. A ganhar o respeito dos seus pares, a conquistar liberdade e a construir negócios capazes de continuar a prosperar quando as condições do mercado mudam.

É esta a ambição que tenho para a Tribo dos Tubarões.

Não criar mais uma comunidade onde as pessoas consomem conteúdos e continuam exatamente no mesmo lugar.

Mas construir uma verdadeira incubadora de empresários de língua portuguesa, capazes de competir no mercado europeu e de elevar os padrões dos seus nichos.

O meu papel como fundador

Enquanto fundador, participo nas diferentes áreas do projeto, com especial responsabilidade pela visão estratégica, pela direção da missão e pela preservação dos valores da comunidade.

Quero proporcionar um ambiente de crescimento empresarial onde as pessoas encontrem conhecimento, experiências, relações e oportunidades para desenvolverem as suas competências de gestão.

Porque não me basta ver empresários a conquistar resultados ocasionais.

Quero contribuir para o desenvolvimento de negócios que resistem ao tempo, se adaptam às mudanças e continuam a evoluir quando o mercado deixa de ser favorável.

Negócios que não dependem da sorte, da próxima tendência ou de uma coleção de dicas.

Quero vê-los chegar ao topo e fazer sombra à concorrência.

Sem atropelar ninguém

Mas sem atropelar ninguém para lá chegar.

A ambição não justifica a ganância. Os fins não justificam os meios. E não precisamos de destruir os outros para conquistar o nosso lugar.

É esta a filosofia que quero ver presente em tudo aquilo que construímos.

A Tribo nasceu da minha visão, mas não existe para girar à minha volta.

Existe para reunir pessoas que partilham a mesma fome de vencer, respeitam os mesmos princípios e estão determinadas a construir o seu próprio caminho.

Não posso mudar o passado. Mas posso decidir o que faço com aquilo que aprendi.

Quero chegar ao topo. Quero ajudar outros empresários a chegar lá. E quero construir uma comunidade capaz de continuar a fazer a diferença para lá da pessoa que a fundou.

Esta é a minha história. A Tribo dos Tubarões é aquilo que decidi construir com ela.

Conhece aquilo que nos une

O Manifesto da Tribo dos Tubarões reúne os princípios, as convicções e a ambição que orientam a nossa comunidade.

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